terça-feira, 18 de setembro de 2018

1. “Crazy Eyes”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm

2. “Índigo”

2015/ Acrílico s/ platex/ 42x34cm

3. “A Ilha”

2014/ Acrílico s/ tela/ 80x120cm

4. “Aborígene”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm

5. “Étranger”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm

6. “Existence”

2013/ Acrílico s/ tela/ 80x60cm

7. “O Mestre”

2014/ Acrílico s/ tela/ 80x60cm

8. “Oxigénio Epidêmico”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm

9. “Renaitre”

2012/ Acrílico s/ tela/ 100x80cm

10. “Strange & Beautiful”

2012/ Acrílico s/ tela/ 80x60cm

11. “Strange Eyes”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm

12. “Soul”

Acrílico s/ platex/ 40x30cm

13. O Pintor

Acrílico s/ tela/ 80x60cm

14. “Marcas”

Acrílico s/ tela/ 80x60cm

15. “Amour et Mar”

2011/ Acrílico s/ madeira/ 21x65cm

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Exposições - Paulo Themudo

Exposições: 2004 Fórum Maia, Cidade da Maia | 2007 Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Câmara Municipal de Matosinhos | 2008 Galeria Auditório Municipal de Vila do Conde | Centro Cultural da Nazaré, Menção Honrosa com a obra "Escrita" | Instituto das Artes e Ciências, Fundação Dr. Luís de Araújo, Porto | Exposição Internacional de Artes Plásticas, Forte de Copacabana, Rio de Janeiro, Brasil | Exposição Internacional de Artes Plásticas, Concelho Regional de Medicina do Paraná, Curitiba, Brasil | 2009 Galeria O+O, Oriente & Occidente, Valência, Espanha | Galeria Geraldes da Silva, Porto | Iesf, Edifício Heliântia, Valadares, Vila Nova Gaia | Galeria Vieira Portuense, Porto | Instituto das Artes e Ciências, Fundação Dr. Luís de Araújo, Porto | Museu Grão Vasco, Viseu | Galeria Chroma, Vigo, Espanha | beART/Cabe, Congresso Internacional, Monzón Huesca, Espanha | Artéria VI Edición Feria Internacional Huesca, Espanha | Exposição “Sexto Continente”, Centro Cívico de Barcelona, Espanha | Exposição “Emergent Art”, Sala Goya, Zaragoza, Espanha | “Tripart”, Centro Cultural da Nazaré | “Pictoremas”, Centro Cultural de Esgueira | Cooperativa Filantrópica da Póvoa de Varzim | Clube dos Fenianos do Porto, Galeria Vieira Portuense, Porto | Galeria74, Porto | 2010 Espaço Cultural 14, Braga | Galeria Morillo, Madrid, Espanha | Vivacidade, Espaço Cultural, Porto | Galeria Atlântica, Porto Galeria 74, Porto | 2011 Instituto das Artes e Ciências, Fundação Dr. Luís de Araújo, Porto, (Paulo Themudo | Ângelo Vaz) |2012 Tennis Club Onex, Genéve, Suisse 12º Aniversário Galeria Cais Art´s, Auditório Municipal de Vila do Conde | Théatre Centre L`Esperance, Genéve, Suisse | L`Arbalètte, Genéve, Suisse |2013 Circuito de Exposições (Museus e vários espaços culturais), Lituânia | 2014 Espace Murandaz, Nyon, Suisse.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Pintura


Étranger


Luz Humana


Radio Nova - "O Meu Povo Nasce" por Romi Soares (Poema de Paulo Themudo)

Escultura



Renaitre


O Filósofo


Paulo Themudo - Artes e Letras

Escultura


"O Mestre"


quinta-feira, 14 de junho de 2018

"Não Posso!"

Não posso esconder estas lágrimas que te lembram, estas mãos que te choram, estes versos que te compõem.
Não posso ser vazio nem sombra nos pés que caminham a tua estrada, não posso desmentir-me e levar-me à insanidade das palavras sem mais nada para entregar.
Não posso sentir que não sinto e ver-me de olhos escuros no precipício de mim.
Não posso ser diferente de mim para ser outro qualquer, não me permito sentir qualquer coisa sem te ver, não, não me permito viver.
Não posso ser simplesmente comedido sem primeiro me levar ao inteiro e ao vazio da minha alma.
Não posso sentir-me comovido, atravessar-te a alma através do olhar, sonhar-te mais um dia e não querer acordar, partir de mim sem me magoar...
Não posso esconder estas lágrimas que me queimam o ser, é como se nunca houvesse existido, fosse reflexo num espelho que rouba das janelas dos meus olhos os segredos que perscrutam a alma.
Não me permito entender nada mais que não seja o sentimento...
Este sentimento que não posso deixar de te entregar...
Não posso!

Paulo Themudo

"Strange Eyes"



Pintura


sexta-feira, 4 de maio de 2018

"Dorian Gray"


Aborígene


"A Ilha"


"Índigo"

Acrílico sobre platex/ 48x38cm

"Máscara de Vénus"

 Acrílico s/platex/ 42,5x33,5cm

Escultura


"The Princess"


"Os Olhos"


Crazy Eyes


sábado, 3 de março de 2018

Paulo Themudo - Artes e Letras

"Reflexão Introspectiva"

63x48cm

Pintura


Paulo Themudo | "Silêncio Nu"

Pintura


Escultura


Devir de Vir de Paulo Themudo na voz do Mestre Angelo Vaz

"Um Punhado de Sombras"

“Um Punhado de Sombras”

Vem, a criança, eterna em mim, desvendar-se nos tantos tempos que simulei…

Parei de crescer quando me vi assombrado de dúvidas, quis do meu pai mais, modificar-lhe o ser, não, desastrado resguardei-me nos medos infantis, desenhei-me levando aos olhos um saber desabitado, negro, insípido, as moradas certas de gente errante eu vi…

Corri os mundos desvendados deste ser que sou, entreguei-me pedinte nas mãos eclesiásticas do saber, desastrado, de novo, um mar de ondas desatinadas bebe-me da voz que grita num deserto de sede.

Os tantos lugares por onde passei, vi-me descer á terra sem saber, vivi de monstros, alimentei-me de fome, sonhei que podia ser, palavra pura absolvendo o pesadelo dos homens.

Uma fé desistia, um passeio de chuva, um desespero sofredor de alma escura, fui, sou, a criança despedindo-se da terra impura… 

Os medos…. 

Um punhado de Deus absolvesse o olhar que trago dormindo, acordasse o coração que se entrega miúdo, pedindo, clamando, carinho…
Um punhado dos meus mundos me fizesse fiel, me houvesse afundado no terror das ilusões, que entrega total me acorrentou num sol doentio, a luz esgana o poder destas mãos, abraçam, desejo de ser vivo na sede de um rio.

Meu punhado de sombras!...

É o tempo! O tempo que não vive…

Vem, a criança, eterna em mim, invadir a profundidade do meu eu, às pernas quebradas no sabor de um verso, desfalecer, no limiar das memórias, tempo percorrido, vem, inocente, dizer-me que sim, não houvesse eu sofrido, não mais viveria aqui, em mim.

Há esta dor desaguando os braços caídos, ligados à terra, destituídos, sem nada para aprender, dói-me, dói-me crescer…

Tantas magias deambulando marés vazias, sorrisos devoram o meu céu, viajei, parti, cheguei…
Vazio, evasivo, inconsciente da dor de ter partido, demente, desabituado do meu abrigo, magoado…

Um punhado de dor, transparência da minha pequena janela, corredor para uma galáxia de fantasias, os corredores das minhas veias singularizam as palavras que dei em demasia.

Eu, fui feito de circos, fui uma mentira usurpando dos quartos da noite, estrelas perdidas, fui, quando homem, dividido, uma besta mastigando de todos os caminhos, fui, uma minúscula gota bebendo de um oceano, fui o próprio rio das minhas palavras para tentar mudar o tempo, fui, doente desviando os corredores distantes do meu invento.

Fui um circo de medos espalhando dor, fui tempo despercebido clamando amor, fui fera revoltada aprisionado em mundos de terrores, estes… Estes foram alguns dos meus mundos!

Pergunto:

Não valerá mais a pena ser somente uma criança?

Um punhado de esconderijo abraça a porta de passagem do meu corpo terreno ao céu infinito, onde me espera um Deus de Olimpo.
Antes e depois, fiz-me no simbolismo da criança, princípio e fim.
A arena ensanguentada de momentos, dos meus momentos, gritam à minha volta as memórias dos tempos, gritam ordenando uma matança aos sentimentos… 
Os meus sentimentos.

Ao centro o palhaço sorri loucamente, sou eu, demente, perseguido por um punhado de respirações de gente, a terra abre-se para que eu passe, enfeitam-se árvores de vento com sorrisos de tempo… 

Criativo, meditativo, que me resta mais senão o chão sombreado, os punhos no 
Um punhado de vidas…

Um punhado de sombras!!!...

Paulo Themudo 
in "Um Punhado de Sombras" - Temas Originais (2010)

Pintura


1. “Crazy Eyes”

2016/ Acrílico s/ platex/ 40x30cm